O descanso do peito selado e das bandeiras submersas pelos destilados de anis, em pele gelada das estações que correm como sopro.
Foi-me prometido uma taça vazia para ser preenchida lentamente, observo desta um líquido sujo qual nunca foi meu.
Os lábios devolvem regurgitando enquanto susurram em seus ouvidos - eles não podem imaginar, a imaginação só serve aos tolos.
Tola. Consentiu.
O alcaçuz, nome em repetição, o alcaçuz.
Esfarelando por entre meus dedos, o peito pede piedade enquanto as raízes contam as horas.
O tempo corre...
Quantas vezes os tolos sonham pela imensidão de navegar em alto mar?