Recordo-me de toda sua transcendência inconstante, com um quê de quem não sabe o que realmente faz.
Imprudentemente vivenciando seu viciante ego, morrendo em seu corrupto mundo interno.Seu oculto nunca passou de apenas inúmeros trechos avulsos, de livros que eu nunca pude ler.
E aqui jaz, como um jazz às quatro da tarde que acompanha os pés de nossos libertinos.
Como soa a poesia, como sol, como ré, como um grande desgaste.
E nestes versos permanecerá esquecido, teu nome, teu cheiro.
Porque aqui jaz quem nunca te esqueceu.
20/09/13