Já me suicidei de maneiras mais bonitas, quais poemas poderiam facilmente me desconectar.
Pontes em pedaços de matriz submersa quais em milhões de partes, se parte
Enquanto conectada por minha raiz permaneço presa ao que sustenta minha própria oscilação.
Suas trilhas me trilham e no trilho de uma ferrovia velha
Sonhei ter palpitações quais só você ouviria em pleno domingo quais como cais cá permaneceria.
Não contaríamos as horas da partida para enfim nossas retiradas fossem eternos recomeços.
Implorei pela segurança enquanto ambos afogávamos.
Em rodopio de uma falsa batida na porta, os sinos intercalando pelas paredes e... erupções.
Meus vulcões submersos não conseguem manter a calma e a culpa não é sua.
Copiosos desvarios, sublimes sensações quais superaram as sombras do passado.
Vejo-me perdida, tentando reconstruir nossos destroços, dançando sozinha com seu silêncio.
Pelas minhas inúmeras tempestades te observando em uma distância segura.
De todas as músicas que se fizeram suas, tudo que eu quero é que cada pedaço de meu peito
seja remendado por suas mãos cantarolantes assim como sempre quis em cento e onze dias...