Fui puxada pelos tornozelos ao fundo do mar, Ofélia, meu pulmao regurgitou o veneno velho.
Arrancaram-me os olhos durante minha serenata lacrimal e ele me entregou sua adaga batizada de água salina.
Retomo do veneno como uma flor velha esquecida e meu peito como a secura de uma lua minguante.
Eu não deveria ter fechado os olhos pois a água me atirou entre as pedras.
Ofélia, eu nunca esperei morrer de verdade, algo por dentro se partiu e não foram os ossos...
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