Em um trajeto sem fim, eu me decompus antes de encontrar a glória
Não há nada em meu coração que não tenha sido perfurado por olhos sangrentos
E não há como polir o que já quebrou
O jogo nunca pode ser abandonado antes do fim
Não há como desistir do que seu coração quebra na repetição pelo sabor da viceralidade
Como os dias de quem respira por debaixo d'água
Vivendo em sua banheira suja para todos os seus vômitos embriagados
Não há nada aqui para me impedir de ir além, não conheço o que é estar em segurança
Eu não posso deixar você me sufocar pelas correntes que eu nunca perdi
Estamos brincando com peças que não cabem
Das pequenas fagulhas sob o prego de plástico
E das cicatrizes do coração de vidro alcalino
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